segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
2015
Nos primeiros minutos do ano, pensar em ti, relembrar tudo o que amei em 2014, todos os momentos, todas as recordações. E em momento de "festa" caiu-me a lágrima que à tanto desesperava para ser libertada, lembrei-me do que à tanto não queria lembrar, lembrei que o primeiro beijo de dois mil e catorze foste tu, no primeiro minuto do ano estava a teu lado, agarrada a ti. E isso trouxe-me um aperto tão grande ao coração e um alivio sufocante ao mesmo tempo.
Alívio porque não me magoas mais concretamente, e aperto, porque são os meus sentimentos a magoar-me a alma, o coração.
Relembrei momentos que, por tudo ou por nada eu não queria mais lembrar. O som dos foguetes aqueceu-me o coração que à tanto tinha congelado. Parecia um filme "do nosso melhor ano" onde passava só "os melhores momentos", onde aparecia tudo aquilo que já não me lembrava que tinha acontecido, ou que não queria lembrar. "Ano novo, vida nova" se esta expressão fosse verdade então todos os nossos sentimentos mudavam na noite de 2014 para 2015. Mas por vezes só o ano muda, e a nossa vida continua na mesma, toda desarrumada ou não, faltando algo ou não, ela continua, são só simples dias a passar até que algo aconteça, algo diferente.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
O Natal !
A altura provavelmente mais desejada pelas pessoas está a chegar, a altura descrita como a mais bonita do ano. O tempo do bacalhau, das couves, do tronco de natal, dos presentes, do perú. O tempo de juntar a família. Mas a família não deve ser só lembrada nesta altura. Mas já e muito bom estarem todos juntos numa grande mesa, é maravilhoso poder fazê-lo. O tempo de dar e receber? Não. É o tempo de dar o melhor de nós e não esperar nada em troca. É a altura, tal como todos os outros dias do ano de nos lembrarmos dos que necessitam da nossa ajuda ou simplesmente proporcionar-lhes um sorriso, um abraço, um apoio. Ainda existe pessoas, muito poucas, mas ainda existe algumas que se preocupem com coisas que para muitos são insignificantes. Como é que um ser humano pode ser insignificante aos olhos de outro ser humano? Todos têm o seu valor. Todos merecem ser ajudados, recordados, e acima de tudo que se sintam encontrados na vida e não perdidos. Quando as coisas são dadas de coração, um simples sorriso em troca ou um olhar de gratidão chegará, é o melhor que podem sentir. Para uns é altura mais bonito do ano, para outros a mais triste por isso não façam ninguém sentir-se sozinho e se virem alguém sozinho lembrem-se, um gesto, uma atitude pode mudar o dia dessa pessoa, pode dar esperança a alguém que já se esqueceu do que é ser feliz, alguém que já não sabe o que é ser lembrado por alguém.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Realidade da vida !
Todos têm o seu lado. O seu lado carinho, o seu lado meigo, o seu lado chateado, embirrante, todos têm o seu lado. Todos querem razão de coisas que até não têm. O fim de uma relação significa o fim de algo. O fim do amor vêm com o tempo (ou existe ou nunca existiu?) e com o tempo vamos decifrando essa pergunta. Se acabou foi porque o assim quiseram, ou não tiveram força para mudar o que estava mal, ou porque passou a ser um fardo, falta de confiança sei lá, cada caso é um caso. O problema das pessoas é que quando acabam uma relação "querem ficar com a razão" de que estão certos do que dizem, que são inteligentes ao dar satisfações às pessoas mesmo que sejam erradas ou mesmo que não tenham a certeza do que estão a dizer. Não vou dizer que não me magoa ouvir certas coisas e só eu sei como me sinto por dentro quando oiço aquele alguém a acusar-me de coisas que nunca aconteceram e nem sei porque razão fazem tal coisa, para se sentirem melhor? Pensei, repensei, voltei a pensar e não cheguei a lado nenhum portanto parei e de uma coisa eu tinha a certeza, estava em paz comigo mesma, e isso foi a certeza que me deu "não te preocupes, a mentira corre rápido mas a verdade, essa corre devagar mas quando chegar só dependerá de mim quem continuará na minha vida ou quem simplesmente nunca mais entrará". É isto que o tempo faz, umas vezes faz estragos outras faz acertos. Hoje eu sei que sentir é diferente de querer. Sentir algo é involuntário, querer algo que não nos faz bem é uma escolha. Só depende de nós.
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Desabafos
E lá ia ela, em frente, sem pensar num caminho especifico. Ela aceitaria qualquer coisa que lhe atravessa-se à frente. Ela ia frente ao "inesperado", ela ia em frente sem conhecer e sem saber o que lhe ia aparecer. Mas ela sabia que apesar de tudo o que aparecesse ela iria ultrapassar e sabia que tinha de seguir perante qualquer obstáculo. Ela parecia um corpo vazio, "roupas flutuantes a andarem sozinhas"(?), a mente dela estava vazia, algo bloqueou os seus sentimentos, as memórias, a vontade de estar... Ela já não olha para trás, ou a acompanhas ou ficas. Ela vai frente aos seus sonhos, vai frente a tudo, venha quem vier, ela não vai recuar perante ninguém. Tudo o que achar que deve ser feito ela fará, fará tudo para ser feliz. E tu? Eras o tudo dela, e agora não és e não serás nada para ela. És a personagem principal que ela deixou para trás. Não passas de uma mera pedra no caminho dela.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
çlkl
Não sei. Foi só a falta de um gesto carinhoso, de uma palavra querida. Foi só a falta de andar no meio das flores a sentir a brisa do mar a bater-me na cara enquanto fecho os olhos e recordo-te. Talvez seja o ódio, raiva que sinto por ti! Odeio-te tanto como te amo. Odeio o desejo de te querer beijar. Odeio o facto de depois de tudo ainda te amar. Odeio o que passo por gostar de ti. Odeio tudo aquilo que um dia para mim eu amava ter no meu dia-a-dia. O meu coração anda à deriva, amo uma pessoa que talvez um dia existiu, encenada ou não, mas existiu. Odeio este vazio, mesmo cheio, que deixas-te em mim. Odeio todas as promessas que me fizes-te, todas as palavras, todos os gestos que me mostravas que ias ficar a meu lado. Subi a teu lado cada degrau de mãos dadas e de um momento para o outro deixas-te-me cair.
Odeio tudo o que me deixas-te depois de partires...
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